Aos mais de 130 dias longe de pornografia, tenho estado no melhor momento de minha vida. Não estou eufórico e sinto um bem-estar sereno e constante.
Gostaria de colocar um assunto que considero importante.
Um dos diferenciais que julgo estar contribuindo para uma caminhada mais serena nesse segundo reboot é a minha retomada de uma vida espiritual. Voltei a ter contato com religião (sou católico) e isso tem me feito muito bem. Saiu o vício, entrou Deus em minha vida.
Nossa vida de viciados era caracterizada pelo desregramento (o que aliás é o símbolo do capitalismo de hoje: a vida desregrada, desregulamentações de mercados, o laissez-faire aplicado a todas as esferas da vida). A religião oferece regras, regras para uma vida boa. Os Dez Mandamentos, para quem é cristão, são um manual da vida boa. Aliás, para quem não é cristão também: duvido que alguém, devoto ou não, degrade sua vida seguindo este "manual". A ideia dos Pecados Capitais, aqueles que são os mais devastadores para a pessoa e para a convivência social. Ou seja, você crendo ou não, há muita sabedoria na religião e não é por acaso que resistiu a milênios. E num mundo onde é fácil se enforcar na corda da liberdade, a religião é uma lanterna para quem está no fundo do rio afogado.
Não estou aqui fazendo proselitismo, apenas explicando meu caso, o que pode ajudar algumas pessoas. A religião é algo íntimo, que a pessoa por si própria vai sentir necessidade de buscar a certa altura da vida. Quando eu era adolescente isso não fazia nenhum sentido pra mim. Hoje o faz totalmente. E não precisou ninguém me convencer. Eu sozinho senti a necessidade.
O fato é que o vício ocupa um lugar de um falso-deus em nossa vida. É ele que dá conforto nos momentos difíceis, embora cobre o preço de te escravizar. Então, sair do vício é trocar o falso-deus por Deus, que dá conforto nos momentos difíceis sem, no entanto, nos escravizar como o vício o faz.
Para mim a religião não é um elemento de culpa, mas libertador. Encontro ali conforto e não repreensões. Uma mão amiga e não um dedo apontando para minha conduta. Sem falar que a Igreja é um dos poucos lugares - nessa sociedade tomada pela perversão do lucro e a perversão da pornografia - onde sei que irei ouvir discursos que visam ao bem-comum.
Quando eu penso que posso recair, a Igreja e Deus me ajudam a ter forças. Quando percebo que meu reboot está saindo do eixo, não lembro só dos conhecimentos neurocientíficos, mas analiso minha vida sob a ótica dos Dez Mandamentos. A mim, tem-me sido de grande ajuda. Como eu disse, ali há um manual da vida boa (mesmo para quem não crê), um eficiente manual de como tirar o melhor de si e não se perder.
Sobre a importância de uma vida espiritual para quem quer abandonar o vício, reveja: http://vivasempornografia.blogspot.com.br/2014/08/esta-psicologa-fez-uma-serie-de-videos.html
Blog sobre o vício em pornografia e masturbação, cura da impotência sexual (disfunção erétil), NoFAP
sexta-feira, 8 de maio de 2015
domingo, 26 de abril de 2015
Vida com pornografia, Vida sem pornografia
Com base na minha experiência de estar há 120 dias sem pornografia e masturbação, fiz a tabela abaixo. Vejamos o que vale mais a pena: uma vida com ou sem pornografia:
"Se eu desistir agora, logo estarei aonde eu comecei... ...E quando eu comecei, estava desesperado para chegar aonde estou agora."
| Com Pornografia | Sem Pornografia |
| Impotência, disfunção erétil | Capacidade de fazer sexo |
| Ejaculação retardada (demora enorme ou incapacidade de gozar) | Capacidade de ter orgasmo com sexo |
| 3 segundos de prazer seguidos de uma sensação de vazio | Ressensibilização: prazer em sentir novos cheiros, novos gostos, prazer de tocar a pele da companheira, de beijá-la, retorno do prazer sexual |
| Sua vida está paralisada sempre no dia zero, sempre no mínimo | A vida anda pra frente! |
| Incapacidade de se concentrar; perda de massa cinzenta do cérebro | Enorme concentração |
| Ansiedade brutal | Sem ansiedade, melhorias enormes na sua capacidade de se expressar |
| Vida dupla, sempre algo a esconder | Vida plena |
| Procrastinação, dias e dias perdendo a vida trancado num quarto, incapacidade de realizar projetos | Aproveita-se a vida intensamente, novas experiências, projetos realizados |
| Irritabilidade, vida cinza, sem amigos | Bem-estar, vida cheia de cores (como voltar à adolescência!), retorno dos amigos |
| Pele feia, sensação de que se é sujo e barra pesada | Pele bonita, sensação de honestidade, de que se é limpo |
| Relacionamentos falidos | Relacionamentos saudáveis |
| Incapacidade de amar, a vida fica sempre para o amanhã | Capacidade de amar, a vida é hoje! Agora! |
"Se eu desistir agora, logo estarei aonde eu comecei... ...E quando eu comecei, estava desesperado para chegar aonde estou agora."
sábado, 7 de março de 2015
Reboot, Recaída e Reboot: da escuridão à luz novamente.
Quero aqui relatar como foi meu primeiro reboot e como está sendo este segundo.
Entendi que o que me destruía a vida era a masturbação e a pornografia em novembro de 2013. Depois de ter tentado tudo, de Viagra a puteiros perigosíssimos, depois de correr por becos escuros como um viciado atrás de uma dosezinha qualquer de prazer, eu percebi: não tem mais nada pra tentar, só pode ser a masturbação e a pornografia que estão me afundando!
No Carnaval de 2014 conheci o fórum www.apoio.forumais.com, e tal possibilidade de apoio em língua portuguesa e o consequente entusiasmo me fez engatar uma sequência bem sucedida sem PMO, baseada numa disciplina diária anti-recaída (a qual postei aqui no blog).
Fiquei 109 dias sem PMO, em modo hard. Um celibato pleno. Nem bloqueadores eu usava, tamanha era minha convicção em me livrar daquilo de vez (mais tarde eu veria que isso é um erro). Quando fiz sexo após esse reboot foi algo incrível e posso dizer que perdi minha virgindade aos 28 anos, pois só ali descobri o quanto o sexo é incrível. Embora eu já tivesse feito sexo antes, não sentia prazer. Primeiro não conseguia gozar (ejaculação retartada), depois não conseguia ereção. Ambos sintomas de um vício em pornografia, que eu desconhecia. Então, aos 28 passei a desfrutar das maravilhas do sexo.
Porém, fui de um extremo a outro. Eu não tinha uma parceira fixa. A pessoa com quem transei após os 109 dias foi um sexo casual. Assim, do celibato, passei a procurar por parceiras para sexo de modo muito intenso. Eu desconhecia que após um sexo vem o efeito caçador, então pensava em arrumar sexo boa durante parte da semana, comportamento muito parecido com o próprio vício em pornografia. Aliás, eu era o primeiro membro do fórum a estar completando o reboot e portanto havia muitas dúvidas: "E após os 90 dias? Como fica?".
Ao mesmo tempo, do celibato eu passei a perceber minha capacidade de me aproximar de mulheres, e de mulheres muito bonitas. Passei até a ser xavecado por algumas. Novamente, de um extremo a outro: da total reclusão sexual a um cenário em que a soberba passou a me subir a cabeça. Passei a me sentir um super-homem, chovendo mulher pra mim (mas nada que eu engatasse um namoro...). Eu subi, subi, subi... e como numa montanha russa... quando começaram a vir os "nãos" da vida e das mulheres (a dificuldade de lidar com as frustrações), eu caí - mostrando que tudo que sobe sem consistência cai mesmo.
Antes disso, eu estava me achando livre do vício, irrecaível, porque passei dos 90 dias sem PMO. Então relaxei minha disciplina anti-recaída, entre elas o fato de ter voltado ao facebook, que é um mar de gatilhos e uma academia onde se malha o narcisismo.
Olho esse meu primeiro reboot com a seguinte analogia: imagine um carro de fórmula 1 que, após 109 dias pisando no acelerador no máximo (acumulando energias) e ao mesmo tempo no freio (celibato), de repente esse carro sai em disparada a uma velocidade muito alta, muito difícil de controlar. O ideal é que esse carro esteja num circuito próprio (ou seja, que você faça sexo regularmente, de preferência com a mesma mulher, canalizando sem riscos essa potência enorme que você de repente descobre ter). Ocorre que eu era um carro de fórmula 1 andando nas ruas comuns, sem um contato estável com uma mulher com quem eu pudesse canalizar minha energia sexual e não ficar nos altos e baixos emocionais da vida de solteiro. Como potência não é nada sem controle, então não demorou para eu colidir com um poste.
Se não ficou claro, talvez o relato de meu segundo reboot e suas diferenças para com o primeiro esclareçam as coisas.
Nesse segundo reboot muitas coisas foram diferentes. A começar que instalei bloqueadores nos meus computadores. Aprendi que é muito fácil ficar limpo quando se está bem, entusiasmado; o problema é que quando vem a queda é preciso ter um bloqueador que te livre de você mesmo e te impeça de recair em pornografia (que é mais grave que masturbação, embora esta também seja grave).
Em segundo lugar, eu estava com muitas dificuldades. Mesmo fazendo uma disciplina anti-recaída é muito mais difícil fazer um reboot pela segunda vez.
O vício volta mais forte após uma recaída pós-reboot. Esse foi um segundo aprendizado. E só consegui engatar uma sequência bem sucedida sem PMO após fazer uma viagem de quase 30 dias para o exterior, o que me colocou em ambientes onde eu nem lembrava de vício, contador, fóruns ou fantasias. Assim, consegui passar da barreira das 3 semanas, quando a compulsão é mais forte, e engatar minha atual sequência de reboot - a qual será a última, pois tenho ciência de que se recair de novo é provável que eu nunca mais consiga me levantar, pois quando se faz o reboot e se recai, fica cada vez mais difícil. Eu levei 6 meses para me levantar após minha recaída, 6 meses de inferno: me sentindo fraco, sujo, desleixado, sem concentração, sem rumo na vida, escravo da masturbação e de fantasias, incapaz de me relacionar com uma mulher, me sentindo impotente sobretudo em relação ao vício. Metade de um ano perdido, e sempre com aquele arrependimento de estar vivendo sempre no "dia 0" do contador novamente. Isso somado aos três meses de reboot, perde-se praticamente um ano inteiro para se recuperar de uma recaída.
Uma terceira diferença: já desde o dia 39 eu passei a me envolver com uma mulher e fazer sexo. Isso tem me ajudado muito! Não é um namoro, mas nos encontramos toda semana, e assim eu consigo canalizar minhas energias sexuais em algo estável, enquanto vou me recuperando dos danos que a pornografia e a masturbação me fizeram. Estou prestes a completar um mês saindo com essa mulher e minha vida nunca esteve tão boa, tão produtiva. Faço sexo em torno de uma vez por semana com ela, umas três transas, e isso me deixa tranquilo a semana inteira para que eu possa me concentrar em coisas produtivas. Uma mulher legal dá um up na vida de um homem. Uma mulher legal ajuda ainda mais um ex-viciado em pornografia.
Quarta diferença: a expectativa. Quando fiz reboot em modo hard, eu jogava tudo para o futuro. O futuro seria perfeito, pensava eu erroneamente. Criei uma expectativa muito grande, tão grande quanto a minha espera. Uma idealização do futuro, que se mostrou uma armadilha, trazendo as frustrações que me ajudaram a recair.
Agora, sinceramente, eu não estou nem aí para os 90 dias. Tanto faz se eu estou com 90 ou 360 dias sem PMO. A postura é a mesma: ficar limpo hoje, cuidar para eu me manter longe de P e M, até porque sei que se eu não me precaver quanto a P e M posso recair a qualquer altura do campeonato (mesmo com mais de anos sem P e M - seremos sempre viciados, embora com o vício em controle), e talvez nunca mais conseguir ficar limpo novamente se recair.
Digo que atualmente estou vivendo uma felicidade serena. Me sinto bem, muito bem, muito feliz mesmo! Mas não o super-homem de tempos atrás. Não quero ser o super-homem. Quero continuar como eu estou hoje! Quero que aos 400 dias sem P&M eu esteja como estou hoje. Vivendo bem. Portanto, não penso nos 90 dias. Eles são só uma data simbólica.
Tenho ciência de que o vício sempre vai tentar me passar a rasteira nos momentos de frustração, e por isso tenho tentado trabalhar minha capacidade de resiliência, de tomar um impacto e voltar ao normal. Aliás, o facebook está desativado. Enfim, eu não me acho mais irrecaível.
Hoje estou aos 67 dias sem MO e 70 sem P. Nos últimos 40 dias - quando os efeitos do reboot se fizeram presentes - eu tomei mais atitudes importantes (em relação ao trabalho, em relação a garotas que eu gostaria de me aproximar), fiz e criei mais coisas, fiz mais sexo (não tresloucadamente, mas estavelmente) do que nos últimos 10 anos da minha vida. Nunca minha vida esteve tão boa e ao mesmo tempo serena como agora. Humildemente espero cultivar isso, dia após dia.
Entendi que o que me destruía a vida era a masturbação e a pornografia em novembro de 2013. Depois de ter tentado tudo, de Viagra a puteiros perigosíssimos, depois de correr por becos escuros como um viciado atrás de uma dosezinha qualquer de prazer, eu percebi: não tem mais nada pra tentar, só pode ser a masturbação e a pornografia que estão me afundando!
No Carnaval de 2014 conheci o fórum www.apoio.forumais.com, e tal possibilidade de apoio em língua portuguesa e o consequente entusiasmo me fez engatar uma sequência bem sucedida sem PMO, baseada numa disciplina diária anti-recaída (a qual postei aqui no blog).
Fiquei 109 dias sem PMO, em modo hard. Um celibato pleno. Nem bloqueadores eu usava, tamanha era minha convicção em me livrar daquilo de vez (mais tarde eu veria que isso é um erro). Quando fiz sexo após esse reboot foi algo incrível e posso dizer que perdi minha virgindade aos 28 anos, pois só ali descobri o quanto o sexo é incrível. Embora eu já tivesse feito sexo antes, não sentia prazer. Primeiro não conseguia gozar (ejaculação retartada), depois não conseguia ereção. Ambos sintomas de um vício em pornografia, que eu desconhecia. Então, aos 28 passei a desfrutar das maravilhas do sexo.
Porém, fui de um extremo a outro. Eu não tinha uma parceira fixa. A pessoa com quem transei após os 109 dias foi um sexo casual. Assim, do celibato, passei a procurar por parceiras para sexo de modo muito intenso. Eu desconhecia que após um sexo vem o efeito caçador, então pensava em arrumar sexo boa durante parte da semana, comportamento muito parecido com o próprio vício em pornografia. Aliás, eu era o primeiro membro do fórum a estar completando o reboot e portanto havia muitas dúvidas: "E após os 90 dias? Como fica?".
Ao mesmo tempo, do celibato eu passei a perceber minha capacidade de me aproximar de mulheres, e de mulheres muito bonitas. Passei até a ser xavecado por algumas. Novamente, de um extremo a outro: da total reclusão sexual a um cenário em que a soberba passou a me subir a cabeça. Passei a me sentir um super-homem, chovendo mulher pra mim (mas nada que eu engatasse um namoro...). Eu subi, subi, subi... e como numa montanha russa... quando começaram a vir os "nãos" da vida e das mulheres (a dificuldade de lidar com as frustrações), eu caí - mostrando que tudo que sobe sem consistência cai mesmo.
Antes disso, eu estava me achando livre do vício, irrecaível, porque passei dos 90 dias sem PMO. Então relaxei minha disciplina anti-recaída, entre elas o fato de ter voltado ao facebook, que é um mar de gatilhos e uma academia onde se malha o narcisismo.
Olho esse meu primeiro reboot com a seguinte analogia: imagine um carro de fórmula 1 que, após 109 dias pisando no acelerador no máximo (acumulando energias) e ao mesmo tempo no freio (celibato), de repente esse carro sai em disparada a uma velocidade muito alta, muito difícil de controlar. O ideal é que esse carro esteja num circuito próprio (ou seja, que você faça sexo regularmente, de preferência com a mesma mulher, canalizando sem riscos essa potência enorme que você de repente descobre ter). Ocorre que eu era um carro de fórmula 1 andando nas ruas comuns, sem um contato estável com uma mulher com quem eu pudesse canalizar minha energia sexual e não ficar nos altos e baixos emocionais da vida de solteiro. Como potência não é nada sem controle, então não demorou para eu colidir com um poste.
Se não ficou claro, talvez o relato de meu segundo reboot e suas diferenças para com o primeiro esclareçam as coisas.
Nesse segundo reboot muitas coisas foram diferentes. A começar que instalei bloqueadores nos meus computadores. Aprendi que é muito fácil ficar limpo quando se está bem, entusiasmado; o problema é que quando vem a queda é preciso ter um bloqueador que te livre de você mesmo e te impeça de recair em pornografia (que é mais grave que masturbação, embora esta também seja grave).
Em segundo lugar, eu estava com muitas dificuldades. Mesmo fazendo uma disciplina anti-recaída é muito mais difícil fazer um reboot pela segunda vez.
O vício volta mais forte após uma recaída pós-reboot. Esse foi um segundo aprendizado. E só consegui engatar uma sequência bem sucedida sem PMO após fazer uma viagem de quase 30 dias para o exterior, o que me colocou em ambientes onde eu nem lembrava de vício, contador, fóruns ou fantasias. Assim, consegui passar da barreira das 3 semanas, quando a compulsão é mais forte, e engatar minha atual sequência de reboot - a qual será a última, pois tenho ciência de que se recair de novo é provável que eu nunca mais consiga me levantar, pois quando se faz o reboot e se recai, fica cada vez mais difícil. Eu levei 6 meses para me levantar após minha recaída, 6 meses de inferno: me sentindo fraco, sujo, desleixado, sem concentração, sem rumo na vida, escravo da masturbação e de fantasias, incapaz de me relacionar com uma mulher, me sentindo impotente sobretudo em relação ao vício. Metade de um ano perdido, e sempre com aquele arrependimento de estar vivendo sempre no "dia 0" do contador novamente. Isso somado aos três meses de reboot, perde-se praticamente um ano inteiro para se recuperar de uma recaída.
Uma terceira diferença: já desde o dia 39 eu passei a me envolver com uma mulher e fazer sexo. Isso tem me ajudado muito! Não é um namoro, mas nos encontramos toda semana, e assim eu consigo canalizar minhas energias sexuais em algo estável, enquanto vou me recuperando dos danos que a pornografia e a masturbação me fizeram. Estou prestes a completar um mês saindo com essa mulher e minha vida nunca esteve tão boa, tão produtiva. Faço sexo em torno de uma vez por semana com ela, umas três transas, e isso me deixa tranquilo a semana inteira para que eu possa me concentrar em coisas produtivas. Uma mulher legal dá um up na vida de um homem. Uma mulher legal ajuda ainda mais um ex-viciado em pornografia.
Quarta diferença: a expectativa. Quando fiz reboot em modo hard, eu jogava tudo para o futuro. O futuro seria perfeito, pensava eu erroneamente. Criei uma expectativa muito grande, tão grande quanto a minha espera. Uma idealização do futuro, que se mostrou uma armadilha, trazendo as frustrações que me ajudaram a recair.
Agora, sinceramente, eu não estou nem aí para os 90 dias. Tanto faz se eu estou com 90 ou 360 dias sem PMO. A postura é a mesma: ficar limpo hoje, cuidar para eu me manter longe de P e M, até porque sei que se eu não me precaver quanto a P e M posso recair a qualquer altura do campeonato (mesmo com mais de anos sem P e M - seremos sempre viciados, embora com o vício em controle), e talvez nunca mais conseguir ficar limpo novamente se recair.
Digo que atualmente estou vivendo uma felicidade serena. Me sinto bem, muito bem, muito feliz mesmo! Mas não o super-homem de tempos atrás. Não quero ser o super-homem. Quero continuar como eu estou hoje! Quero que aos 400 dias sem P&M eu esteja como estou hoje. Vivendo bem. Portanto, não penso nos 90 dias. Eles são só uma data simbólica.
Tenho ciência de que o vício sempre vai tentar me passar a rasteira nos momentos de frustração, e por isso tenho tentado trabalhar minha capacidade de resiliência, de tomar um impacto e voltar ao normal. Aliás, o facebook está desativado. Enfim, eu não me acho mais irrecaível.
Hoje estou aos 67 dias sem MO e 70 sem P. Nos últimos 40 dias - quando os efeitos do reboot se fizeram presentes - eu tomei mais atitudes importantes (em relação ao trabalho, em relação a garotas que eu gostaria de me aproximar), fiz e criei mais coisas, fiz mais sexo (não tresloucadamente, mas estavelmente) do que nos últimos 10 anos da minha vida. Nunca minha vida esteve tão boa e ao mesmo tempo serena como agora. Humildemente espero cultivar isso, dia após dia.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Apenas 39 dias sem Pornografia e Masturbação e já consigo fazer sexo
Com apenas 39 dias sem P&M eu já consegui fazer sexo com uma mulher e
percebo que minha DE (disfunção erétil) está se recuperando! Com tão pouco tempo de
recuperação minhas ereções não foram 100%, mas o suficiente para eu
transar 3 vezes =)Eu estive viciado por mais de uma década (e pior: sem saber que o que me destruía a vida era a pornografia, não fazia idéia que eu era viciado...). Fiz o reboot em modo hard (sem sexo nem orgasmo) até os 109 dias e me mantive sem pornografia e masturbação por entre 4 e 5 meses. Recaí, cheguei a pensar que não conseguiria mais me livrar do vício, porém agora estou fazendo o reboot novamente. Na época eu não conhecia nenhum caso de pessoa que reinicializou duas vezes, mas agora vejo que é possível sair dessa pela segunda vez. Durante os 6 meses que fiquei afundado no vício após recair (não vale mesmo a pena recair, perdi metade do ano de 2014 tentando me levantar da recaída), durante esse tempo os fóruns sobre vício em pornografia foram crescendo e eu pude acompanhar outros casos de pessoas que fizeram o reboot e recairam. Eu não era o único caso.
É engraçado passar a sentir novamente coisas que eu já relatava meses atrás no fórum (www.apoio.forumais.com) quando fazia o reboot pela primeira vez: eu sinto como se tivesse voltado à adolescência haha Os cheiros que eu sinto (talvez devido à ressensibilização do cérebro) me lembram minha adolescência, o bem estar também. A vida é boa e bela, quem nos leva a beleza dela é a pornografia. Aliás, a sensação de estar literalmente limpo... nossa, pra quem já freqüentou os submundos atrás de uma dosezinha de prazer, é como se eu saísse dos escuros porões e pudesse viver sob a luz do sol.
Hoje eu estou com uma felicidade serena. E daqui pra frente quero observar como meu corpo se comportará, se haverá efeito caçador após o sexo, etc. Mas agora eu só quero desfrutar desse imenso prazer de estar vivo haha Dizem que sexo é vida, eles têm razão.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Sabotando a recuperação
"Só retirar o comportamento ou a substância não vai solucionar o problema"
Esta psicóloga fez uma série de vídeos que achei muito interessante. Embora ela fale geralmente sobre o vício comportamental da anorexia e do vício químico do álcool (vícios que ela teve), acho que há informações importantes para nós nesses vídeos. Taí um deles
Ela fala de três passos para uma recuperação bem sucedida:
1. Abandonar o comportamento vicioso
2. Re-construir a vida espiritual e emocional
3. Re-construir uma vida social
Esta psicóloga fez uma série de vídeos que achei muito interessante. Embora ela fale geralmente sobre o vício comportamental da anorexia e do vício químico do álcool (vícios que ela teve), acho que há informações importantes para nós nesses vídeos. Taí um deles
Ela fala de três passos para uma recuperação bem sucedida:
1. Abandonar o comportamento vicioso
2. Re-construir a vida espiritual e emocional
3. Re-construir uma vida social
sábado, 17 de maio de 2014
Vicio porno pode estar destruindo seu casamento
Tenho visto na internet muitas mulheres comentando que seus maridos não as procuram mais, que estão há meses sem praticar sexo e que se sentem péssimas ao ver que seus companheiros preferem a pornografia a elas.
Nunca fui casado, mas pelos danos que a pornografia causou em minha vida, e pelos relatos de viciados que perderam o casamento para o vício em pornô, podemos afirmar que a pornografia destroi casamentos e namoros.
Alguns sintomas do vício são: disfunção erétil ( impotência sexual ), falta de desejo pela parceira, ejaculação retardada, ansiedade, falta de energia e concentração, entre outros.
Num dos blogs que li, de um psicanalista, ele diz que a falta de amor entre o casal pode ter conduzido o homem à pornografia. Mas lhe faltou constatar a relação causal inversa: a pornografia pode levar ao desinteresse do homem pela mulher (ou da esposa pelo marido, se for ela a viciada), e esse desinteresse vir a abalar o amor.
O vício causa uma série de alterações fisiológicas no cérebro, o que afeta não só o desejo sexual mas o amor de um parceiro pelo outro. O viciado em pornografia vai perdendo aos poucos a capacidade de se ligar afetivamente a outra pessoa.
Se você chegou até aqui e acha que a pornografia está destruindo seu casamento, fique feliz pois há como sair dessa situação!
Recomendo que leia os outros posts do blog, para saber como se curar (ou como ajudar seu cônjuge a curar-se), para saber também por que a pornografia vicia e como ela age no cérebro. Boa sorte!
Nunca fui casado, mas pelos danos que a pornografia causou em minha vida, e pelos relatos de viciados que perderam o casamento para o vício em pornô, podemos afirmar que a pornografia destroi casamentos e namoros.
Alguns sintomas do vício são: disfunção erétil ( impotência sexual ), falta de desejo pela parceira, ejaculação retardada, ansiedade, falta de energia e concentração, entre outros.
Num dos blogs que li, de um psicanalista, ele diz que a falta de amor entre o casal pode ter conduzido o homem à pornografia. Mas lhe faltou constatar a relação causal inversa: a pornografia pode levar ao desinteresse do homem pela mulher (ou da esposa pelo marido, se for ela a viciada), e esse desinteresse vir a abalar o amor.
O vício causa uma série de alterações fisiológicas no cérebro, o que afeta não só o desejo sexual mas o amor de um parceiro pelo outro. O viciado em pornografia vai perdendo aos poucos a capacidade de se ligar afetivamente a outra pessoa.
Se você chegou até aqui e acha que a pornografia está destruindo seu casamento, fique feliz pois há como sair dessa situação!
Recomendo que leia os outros posts do blog, para saber como se curar (ou como ajudar seu cônjuge a curar-se), para saber também por que a pornografia vicia e como ela age no cérebro. Boa sorte!
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ele não me deseja,
ele prefere pornografia,
homem com falta de desejo,
marido vê pornografia,
problemas de erecao,
salve meu casamento,
vicio masturbação
sábado, 3 de maio de 2014
Reboot: Como chegar aos 30 dias sem Pornografia, Masturbação e Orgasmo
Depois de muito tempo tentando, finalmente consegui alcançar e ultrapassar os 30 dias sem PMO. É um grande passo no abandono do vício. Os benefícios são inúmeros: maior energia, menor ansiedade, maior controle sobre a própria vida, você sente que as mulheres olham mais pra você, retorno de ereções espontâneas e fortes (aos 63 dias, ainda não sei se minha disfunção erétil está plenamente curada, pois não fiz sexo, mas o sinais são positivos), maior sensibilidade aos prazeres em geral. Enfim, é voltar a viver.Basicamente, o que me permitiu ultrapassar a barreira dos 30 dias foram três coisas:
- Frequentar o fórum
- Ler o ebook sobre como se curar do vício em pornografia
- Ter um método para não recair
Este método constitui-se numa disciplina diária que tem me evitado recair, que tem me ajudado a manter-me longe de pornografia, masturbação, fantasias e orgasmo. Seria este o meu método:
Saia de casa. Mantenha-se ocupado
Nosso vício, para se realizar, precisa de um tempo e um espaço. O tempo precisa necessariamente ser ocioso; o espaço tem de necessariamente ser privado, com privacidade. Você não se masturba num espaço público, nem quando está ocupado.Portanto, para não recair é preciso dissociar a dupla tempo ocioso & espaço de privacidade. Saia de casa, vá a espaços públicos. Bibliotecas, parques, shopings etc. de É a melhor precaução contra recaídas. Se não puder sair de casa, mantenha-se ocupado: lave louça, roupas, banheiro, limpe a casa, o quarto, estude, toque um instrumento. Enfim, ocupe-se para não se manter no velho comportamento.
Saia de casa mesmo que não haja nada para fazer fora de casa, mesmo que for para andar de ônibus sem rumo. O importante não é o que você vai fazer fora de casa, o importante é o próprio sair de casa. A mesma coisa vale para o ocupar-se. Se não puder sair de casa, ocupe-se, mesmo que não haja nada para fazer. Da mesma maneira, não importa o que te ocupará, mas o próprio ocupar-se é o que importa.
Nosso vício é um vício comportamental, e portanto há que se mudar o comportamento, o hábito, para vencê-lo.
Usar o computador apenas para acessar o fórum e ler o ebook
O computador está para nós assim como o bar está para o alcoólatra. É ele que provê a oferta de pornografia a nós. Use bloqueadores de pornografia, como o K9 e o OpenDNS, mas tenha em mente: não há um modo perfeito de bloquear pornografia. Portanto, não fique zappeando na internet, navegando a esmo. Durante pelo menos as 3 primeiras semanas use o computador apenas para ler o fórum e o ebook.Saia do facebook, pois ali há muitas imagens excitantes de garotas de biquínis ou até mesmo pornografia.
Ler e participar do fórum é importante para você tirar suas dúvidas e ver que você não é o único a sofrer com essa epidemia da modernidade. Cada vez que você retorna ao fórum, renova seu compromisso consigo mesmo. (Obs: se optar por contar os dias sem PMO, recomendo este contador aqui, igual ao que pus no topo do blog).
Lendo o ebook você vai aprender por que a pornografia vicia, o que você tem a ganhar se livrando da pornografia (isto é essencial! Leia o capítulo 7, sobre os benefícios) e o "como" se livrar do vício.
Muitos dos usuários - inclusive eu - relatam que o "encanto por computador", a vontade de não desligar o pc, desaparece depois de algumas semanas sem PMO. Muito provavelmente o vício em computador ou o vício em internet escondem um vício em pornografia.
Trocar o prazer do vício por um prazer saudável
Vício é quando nosso lado animal - que busca o prazer e o que é necessário à perpetuação da espécie (sexo, comida) - passa a controlar o lado racional. O que nos distingue dos animais é justamente a capacidade de dizer "não" aos desejos do nosso instinto animal. O vício enfraquece ou anula essa capacidade de negar o desejo.E esse desejo (a pornografia, a masturbação, no nosso caso) é muito forte. Portanto, bater de frente contra a vontade de ver pornografia quase sempre é ineficaz. Ficar pensando "não posso fazer isto, não posso ver pornografia" somente aumenta a vontade de ver pornô. O mais inteligente e eficiente é driblar o vício. Em vez de lutar contra seu lado instintivo, engane-o.
Como? Ao parar de ver pornografia e masturbar-se, seu corpo vai clamar por prazer. Você acostumou ele com anos de picos de dopamina e agora que cortou a farra da pornografia, seu corpo vai fazer de tudo para você retornar a PMO (saiba disso).
Assim, se o corpo quer prazer, dê-lhe prazer. Mas não exatamente o que ele quer. Você irá trocar o prazer não-saudável da pornografia por diversos outros que sejam saudáveis: o prazer de ir a um parque, o prazer de estar com outras pessoas, o prazer de ir comer um prato diferente, de aprender um instrumento musical, praticar esportes.
Durante o rebooting, evite álcool, maconha ou qualquer outro tipo de prática ou substância prazerosa que não seja saudável (games eu também não recomendaria). Um dos motivos é que elas irão enfraquecer sua disciplina diária, abrindo brechas para uma recaída. Outro motivo é que, na minha opinião, como o corpo estará clamando por liberação de picos de dopamina no cérebro (a dopamina que a pornografia e a masturbação antes proviam...), creio que ao consumir essas substâncias durante o rebooting seja possível que se troque um vício por outro.
Na dúvida eu não pago para ver.
Pratique esportes. Acorde mais cedo.
Com isto, não só você estará trocando o prazer não-saudável do vício por algo prazeroso e muito saudável, mas também chegará em casa cansado - e quanto mais cansado, melhor - a ponto de não ter energia para querer buscar pornografia ou masturbação quando chegar em casa.Além disso, outra dica é passar a acordar mais cedo. Dessa maneira, você passará a dormir mais cedo. Chegará em casa cansado o bastante para deitar e dormir. É assim, com essas duas dicas, que você irá evitar recair à noite.
Divida a meta em pequenas metas
Para não ficar ansioso, esperando os 30 dias chegar, eu fazia o seguinte. Por exemplo: quando estava aos 18 dias minha pequena meta era chegar a 20 dias (eu comemorava todas as datas redondas). Aos 20 dias, minha meta passava a 21 dias (3 semanas). De 21, minha meta passava a ser 24 dias (80% de 30 dias); e então minha meta passava a 27 dias (90% de 30). A próxima meta era 28 dias (quatro semanas). Quando vi já estava chegando a 30 dias. Não pensava nos 30 dias, muito menos nos 90.É como se em vez de olhar para o horizonte distante, você olhasse para o chão, para o passo que dá hoje e para o que dará amanhã. Quando menos espera, de tanto caminhar, o horizonte chegou. Com esse esquema de pequenas metas, de dois em dois dias você tem o que comemorar. E assim, com essas pequenas vitórias, está sempre motivado a prosseguir. E não fica pensando naquele "dia número 30 que não chega nunca".
Perceba os padrões de recaída
A maioria de minhas recaídas seguiam um padrão: a) aos finais de semana, b) ao final do sono (quando a testosterona está alta), c) nos dias seguintes após balada. Identificando esses padrões, eu me protegi de mim mesmo e não recaí mais.Os dois primeiros padrões acredito que afetam a todos. O terceiro é um padrão mais pessoal, mas está relacionado à frustração - e esta sim pode ser um gatilho para a recaída de qualquer um. Vejamos, respectivamente, um pouco mais sobre esses padrões, de forma a entender para não recair.
Padrão 1. Atenção redobrada com os finais de semana
Durante a semana, no meu caso, o trabalho exerce um efeito disciplinador, de modo que sempre tive mais facilidade em me manter sem PMO durante a semana. Assim, a maioria das recaídas que tive foram aos finais de semana, quando havia mais tempo ocioso e não havia a necessidade de sair de casa (ou seja, me mantinha no espaço de privacidade de casa). No fórum, muitos usuários relatam que muitas de suas recaídas ocorrem aos finais de semana. Portanto, esteja ciente disso.
As dicas são as mesmas: saia de casa! Durante todo o primeiro mês é essencial sair de casa todos os dias. Final de semana vá nem que seja a um supermercado comprar um chocolate. Você terá tido que tomar banho, se locomover (se for longe, melhor ainda), retornar e ainda dará a seu cérebro algo prazeroso (o chocolate - mas não vá exagerar rs). Não fique em casa. Se ficar, não fique desocupado - muito menos no computador.
Padrão 2. O final do sono
Ao final do sono, nossa testosterona está alta. É comum acordarmos com tesão, principalmente quando acabamos de parar com PMO. Então, esteja ciente disso também: seu corpo vai tentar te trair ao final do sono.
O melhor é levantar rapidamente, não ficar enrolando na cama. Abrir as janelas e a porta do quarto (para evitar a privacidade necessária à masturbação). Ir preparar um café da manhã, tomar um banho e sair de casa.
Padrão 3. Frustração
Percebi que sempre que eu ia a uma balada e não conseguia "ficar" com ninguém, me voltavam fantasias eróticas à cabeça que ameaçavam me fazer recair. O vício em pornografia é um vício em fantasias (aprendi isso no fórum e foi muito importante para eu conseguir engatar o rebooting). Vi que a frustração em relação a não conseguir uma mulher na noite anterior, isso me deixava triste e, portanto, o vício tentava voltar por esta brecha.
É sabido que em momentos de frustração, de dor, muitos viciados recaem. Pois então perceba o que te frustra, quais situações (por exemplo: o término de um namoro...), e saiba que seu corpo tentará te trair justamente nessas circunstâncias de dor e fragilidade. Aliás, acho que uma ajuda psicológica é de grande ajuda para nós.
4. Conheça seus próprios padrões
Perceba seus próprios padrões: você recaiu em qual circunstância? Após o quê? O que te levou à recaída? Por exemplo: há pessoas que recaem após jogar videogame. Os games lhes dão uma grande excitação e por conseguinte uma enorme vontade de se masturbar. Então, é preciso prestar atenção em si, identificar o que o leva à recaída e agir para "tapar essa falha no seu sistema de segurança".
Conclusão
Escrevi aqui o método que tem funcionado para mim. Não existe uma regra, pode ser que você tenha de pensar seu próprio método de enfrentar o vício. Mas saiba que nosso vício é um vício comportamental. Portanto, não o venceremos se não mudarmos nossos hábitos. O método é uma disciplina diária para que consigamos mudar de hábito e, assim, deixar o mundo de degradação moral da pornografia para trás. Sinta-se à vontade para criticar ou relatar abaixo o que você faz para manter-se firme e forte no processo de "reinicialização" do cérebro.PS: Escrevi aqui sobre os 30 dias porque após esse período será muito mais fácil chegar aos 60 dias e, creio eu, aos 90 (estou a 63 dias sem M e O, e a 69 dias sem P). Será mais fácil até porque seu hábito terá mudado, mas também porque você estará mais consciente de como lidar consigo próprio.
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